Desafio IV

Desafio III

O Cavaleiro de Santiago vai fazer uma viagem espacial.

Tu foste convidado para ser o narrador desta viagem. Usa a tua imaginação e inspira-te nas imagens seguintes.
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Ficção

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Star Wars

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Star Trek

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Era uma vez o espaço

O Cavaleiro de Santiago salva os seres humanos

……….Em pleno Baixo Alentejo, no ano de 2111, vivia o Cavaleiro de Santiago com a sua família, num monte cheio de oliveiras e alguns eucaliptos.

            Como o Cavaleiro era famoso porque tinha descoberto uma galáxia a que deu o nome de TC14, foi convidado pelo chefe das Missões Espaciais da ESA para colocar vida em Marte. Esta missão era muito importante para o planeta, porque um asteróide chamado “Ida” ia chocar com a Terra.

            O Cavaleiro indeciso acabou por aceitar e partiu na sua nave, que tal como a galáxia que descobrira se chamava também TC14. Por dentro era toda almofadada, com dois quartos, uma cozinha, uma casa de banho e a sala de comandos e por fora era quase toda branca como a neve, excepto do lado direito que tinha escrito ESA e do esquerdo TC14, a preto.

            O Cavaleiro levou consigo um especialista, que se chamava John, e a Mão Ajudante. A Mão Ajudante era uma robot de metal, que fazia todas as tarefas domésticas na nave, como limpar ou fazer umas torradas.

            Durante a viagem, depararam com um meteoróide que era redondo e de pequena dimensão, mas que mesmo sendo pequeno acabou por bater nave e danificar o depósito do combustível e, por isso, tiveram de aterrar numa das luas de Marte, chamada Fobos. Era uma lua grande, redonda e gelada. Enquanto John estava a arranjar o depósito de combustível, a Mão Ajudante, com a sua voz calma e aguda, disse que tinha preparado Waffles para o Cavaleiro e o John.

            Continuaram a viagem e chegaram a Marte, de onde havia um ótimo ponto de vista para a Terra. Visto de perto, Marte parecia um planeta maior e mais vermelho. O Cavaleiro começou por fazer alguns testes com os gases do planeta, para verificar se os seres vivos conseguiriam sobreviver naquelas condições. Os resultados foram bastante positivos e algum tempo depois iniciou-se a operação de transplante planetário, que foi um sucesso.

            No ano de 2012, que ocorreu o desastre e apenas morreram 200 pessoas que foram aquelas que não quiseram deixar o planeta que as tinha visto nascer.

Hélder Carrapiço 7.º A

O Cavaleiro de Santiago ajuda o planeta Huble

                No ano 2020, em França, a poucos quilómetros da cidade de Paris, vivia com os seus pais um homem forte, bondoso, corajoso e muito curioso, chamado Cavaleiro Santiago. Viviam no meio do campo, numa casa velha e pequena, com centenas de flores à volta. Ali era tudo muito calmo só se ouvia os pássaros a cantar e o correr da água de um rio que passava lá perto.

                O Cavaleiro Santiago era um homem muito viajado, conhecia muitos segredos  do espaço que não podia contar a ninguém. Certo dia, recebeu uma mensagem de satélite do planeta Huble, um planeta com muita vegetação colorida, com montanhas doces, com casas feitas de bolhas transparentes. Mas o mais impressionante daquele planeta era os habitantes, umas criaturas com cerca de cinquenta centímetros de altura, muito esverdeadas, com três olhos, três dedos e todas elas só comiam brilhantes espaciais, umas substâncias que existiam aos milhões no planeta Huble. Este planeta estava a contactar o Cavaleiro Santiago para lhe pedir ajuda, pois de tantos anos a comer os brilhantes daquele planeta eles esgotaram-se e precisavam da ajuda do Cavaleiro Santiago para encontrar um planeta que tivesse também brilhantes espaciais como aqueles. O Cavaleiro Santiago, cheio de boa vontade de ajudar aquelas criaturas tão estranhas mas tão simpáticas, aceitou a missão.

                Então, nesse mesmo dia o Cavaleiro dirigiu-se para a casa do seu amigo João Martim, um homem culto, determinado e curioso, e pediu-lhe que o ajudasse na missão e que lhe emprestasse a sua nave. Este levou-o à sua Nave Gemini, a maior nave que o Cavaleiro alguma vez vira, era muito colorida, muito rápida, tinha a forma circular e o seu combustível era iogurte líquido. O Cavaleiro impressionado com o que estava a ver, quis logo entrar e começar a voar, e assim foi.  Mal saíram da Terra, o Cavaleiro Santiago viu logo milhões de satélites artificiais de diferentes tamanhos e feitios, todos eles a olhar para a Terra. Mais adiante viu a cintura de asteróides, entre eles, viu o famoso asteróide “Ida” com a sua pequena lua.

                O Cavaleiro estava impressionado com todas as coisas que já tinha visto naquela viagem, mas ainda não tinha visto tudo, pois de repente apareceram vários meteoritos que foram contra a nave e que a danificaram. Por sorte, a nave não caiu num buraco negro que estava ali perto, mas foi-se despenhar num planeta, que tinha montes com toneladas e toneladas de brilhantes espaciais, era o planeta Trink.

                O Cavaleiro Santiago, ao ver aquilo, ficou tão contente e foi logo contactar o rei Nabbo do planeta Huble para lhe pedir que viesse ao planeta Trink. Ao fim de poucos minutos, os habitantes do planeta Huble chegaram ao planeta Trink e agradeceram aos dois homens, arranjando-lhes a nave.

                O Cavaleiro Santiago e o João Martim voltaram ao planeta Terra felizes e orgulhosos de terem cumprido a missão.

     Rita Colaço 7.º B

O Cavaleiro de Santiago salva o Coelho da Páscoa

………..No ano de 6560, o Cavaleiro de Santiago estava em Descansolândia, após ter feito uma missão altamente desgastante e cansativa. Ele é uma pessoa muito simpática e que gosta de ajudar os outros, é baixo e tem cabelo ruivo, é comandante de uma nave e tem um único ajudante.

                Era o terceiro dia de descanso do cavaleiro, após uma missão que consistia em ir combater um problema de poluição em Fabricolândia, quando o seu telefone fez um bip de urgência, era do planeta Pascoal. O Infante Coelho da Páscoa, que após umas férias na neve e uma aventura mal sucedida, ficara com as duas patas partidas e encontrava-se incapacitado para ir buscar cacau, açúcar e leite para fazer os ovos da Páscoa. O Cavaleiro, vendo o Infante aflito, não pensou duas vezes e aceitou a missão: ir buscar os ingredientes.

                Após ter consultado o mapa da galáxia “Anel”, viu que o planeta Chocomarron era o mais próximo. Partiu no Cogumelo Atómico, que era a sua nave de missões em forma de cogumelo e que era feito de folhas de revista e que utilizava plástico como combustível. A caminho de Chocomarron, o cavaleiro ia encontrando cometas feitos de gelo e rocha, esteroides que andam a alta velocidade, também encontrou estrelas cadentes, em fogo. O planeta Chocomarron tinha a característica de ser muito apetitoso e acastanhado, que até fazia água na boca. Fez o carregamento de cacau e partiu para Monte branco.

                Em Monte Branco, viam-se várias luas que têm luz própria, mas como o cavaleiro era alérgico a sacarose, pediu ao ajudante para ir sozinho buscar o carregamento de açúcar, para poderem sair do planeta rapidamente.

                Por fim chegaram a Greenpeace, um planeta verde, brilhante e harmonioso como os campos do Alentejo. Fazia-lhe lembrar umas férias que tinha passado na ilha Terceira. Fizeram aí o seu carregamento de leite e partiram novamente para o planeta Pascoal, com a sua missão cumprida.

                O Infante Coelho da Páscoa deu-lhe uma boa recompensa e agradeceu-lhe por ter conseguido que os níveis de glicemia das criancinhas não ficassem abaixo do pretendido naquela época.

Ana Martins 7.º C

Desafio II

Excerto de uma notícia do DN

Nau da Índia tinha osso humano

Carreira da Índia. Já foram retirados os vestígios da nau portuguesa, naufragada após 1525 a sul da Namíbia, e incluem uma costela humana. Hoje, são divulgados novos dados, em conferência de imprensa.

In Diário de Notícias (online), 27 de Outubro de 2008

Desafio

Imagina o que terá acontecido em 1525 àquela nau e como aquele osso humano terá ido parar ao fundo do mar. Fazuma viagem no tempo e conta-nos como tudo se passou, imaginando que é um náufrago que escreve à família:

Utiliza as seguintes informações

  • O emissor será Manuel Sepúlveda, um sobrevivente do naufrágio.
  • O destinatário poderá ser um dos seus filhos ou o seu irmão.
  • O texto deverá respeitar a estrutura da carta e o emissor deverá contar a história do naufrágio e o modo como se salvou.
  • Deverá utilizar pelo menos seis (6) expressões dos textos literários seguintes para descrever a tempestade ou o naufrágio.
  • O texto deverá ter no mínimo cento e cinquenta palavras e no máximo trezentas.

Textos

Sites

Videos 


Poemas

Carta de um náufrago à filha

Ilha Perdida, 19 de Março de 1526

Querida filha,

    Estou cheio de saudades tuas, pois já não nos vemos há bastante tempo. Espero que esteja tudo bem contigo e com a mãe. Escrevo-te esta carta, para veres que aquelas histórias que eu te contava, eram verdade.

    “Não havia luar. No céu escuro, somente algumas estrelas se dependuravam solitárias”. Quando de repente o Barriga (aquele senhor simpático que te contava aquelas piadas) ouve um barulho. Eu achei estranho, mas não liguei e continuámos com a nossa cantiga. Até que ouvi um trovão e gritei: “Preparem-se! Vem aí tempestade!”. Todos já se estavam a mentalizar para aquilo que se seguia. Ouve-se o segundo raio e caiem todos no chão a rezar para que nada acontecesse. O mar agitou o barco e “quebrou tábua por tábua”, e “varreu tudo o que nele se encontrava. O oceano encheu-se de espuma”, deixando cair os homens ao mar onde as suas “bocas foram tapadas”. Uns morreram afogados, outros foram atingidos por um raio e houve até alguns, que com receio de se afogar e ver seus companheiros a morrer, pegaram numa espada e suicidaram-se. Uma cena triste e desesperante, confesso.

    Felizmente, eu e o Barriga atirámo-nos ao mar e nadámos o mais rápido possível. Já cansados, parámos de nadar e começámos a flutuar já com a ideia do mal que nos podia acontecer. Até que, para surpresa minha bati com a cabeça nuns “rochedos negros”. Pus o pé no chão, mas com medo que não houvesse fundo. Senti-me seguro, quando sinto a areia tocar-me no pé. Acordo o Barriga que se encontrava afastado de mim uns dois metros.

    Assim deixei de lado os pensamentos que me vinham torturando e lembrei-me de ti! Pusemos os pés na areia e começámos a festejar. Olhámos para o além e lembrámo-nos dos nossos companheiros, mas já não podíamos fazer nada.

    Desviámos o olhar, para não nos lembrarmos daquela cena terrível e reparámos numa mulher que se encontrava à nossa direita com um alguidar na mão, com roupa para lavar. Esta senhora acolheu-nos: deu-nos roupa, acolheu-nos na sua casa, alimentou-nos e agora estamos a construir um novo navio, com a madeira das árvores, bem resistente. Quando pudermos, regressaremos. Lembra-te que esse dia pode chegar muito rápido.

Beijos do teu pai que te adora,

Manuel Sepúlveda.

P.S. Não sei onde estou, simplesmente sei que neste lugar estou bastante bem. Por isso não fiques preocupada!

Catarina Coelho 7.º A

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